quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Visita de Estudo ao Museu Romântico

No passado dia 13 de janeiro os alunos do sexto ano, Colégio de Amorim, foram até à Quinta da Macieirinha, no Porto, visitar o Museu do Romântico. Esta antiga quinta dos arredores do Porto, mas qua agora fica  numa zona central da cidade, é representativa de uma casa do século XIX, mas também é um testemunho da passagem do rei Carlos Alberto da Sabóia, de Itália, pela cidade onde veio a morrer, durante o seu exílio em Portugal.
Aqui seguem algumas opiniões dos alunos que foram à visita.


Adorei a bisbilhoteira, a sala dos homens e o Kit de viagem dos senhores. Era muito chique. Adorei!
António Esteves

Na minha opinião a visita de estudo foi interessante, mas aquilo que eu mais gostei foi da mala que os homens levavam para as viagens.
Francisco Pimenta

Eu adorei a visita. Aquilo que mais gostei foi a sala de bilhar no rés-do-chão. Gostei, também, da bisbilhoteira na sala das senhoras e da gaiola dos pássaros.
Vasco Castro

Gostei muito da visita de estudo e das coisas que aprendi. A coisa que eu mais gostei foi da bisbilhoteira, na sala das senhoras. Também gostei muito do Salão de Baile e os três pianos eram muito bonitos.
Os jardins eram muito agradáveis.
Beatriz Silva

Eu gostei da visita porque ficamos a conhecer melhor o Porto e também vimos muitas coisas antigas. A parte que eu gostei mais foi a Sala das Senhoras e o objeto que eu gostei mais foi aquela cadeira que se chamava bisbilhoteira.
Rita Pires

A parte que eu gostei mais foi do quarto das crianças pois reparei que é tudo diferente daquilo que é agora.
Por exemplo, os brinquedos são muito diferentes dos de agora.
Mas, também gostei da bisbilhoteira pois tem uma forma invulgar e dá para se ser discreto a contar segredos.
Na minha opinião é fantástico e podemos sempre aprender novas coisas!!!
Maria Laura Maia

Na minha opinião a minha visita de estudo ao Museu Romântico foi muito interessante e muito divertida. As partes que mais gostei foram o quadro do rei italiano, nas escadas e o Salão de Baile com um piano incrível. O objeto que mais gostei foi a bisbilhoteira no quarto das senhoras.
António Ferreira

O que mais gostei da visita de estudo foi a Sala do colecionador que tinha um violino, peças de marfim, de porcelana e grandes corais.
Também gostei das pinturas na sala de jogos dos homens, dos pianos e da grande pintura do rei Carlos Alberto da Sabóia.
António Salvador

Na minha opinião, a visita de estudo ao Museu Romântico foi muito interessante, eu adorei. O que gostei mais foi do quarto das crianças, era muito bonito, tinha umas bonecas engraçadas e berços de madeira. Outra coisa que eu gostei muito foi a Sala de Baile. Adorava ter uma.
Clara Pinto

Eu gostei muito da visita de estudo e de conhecer uma casa do século XIX que sempre quis ver. A minha parte favorita foi a cadeira bisbilhoteira, pois achei engraçado uma cadeira para três pessoas. Gostei de ver o quarto onde o rei D. Carlos Alberto morreu.
Pedro Marinho

No geral gostei muito da visita, mas o que mais gostei foi de ver o violino de “Stradivarius” que estava no escritório do colecionador. Também lá havia um armário com espadas e pistolas um pouco ferrugentas.
O que eu achei mais interessante foi o facto de comerem com até onze copos, sim é muito estranho. O maior para o vinho mais barato e o mais pequeno para o mais caro.
Foi muito divertido e interessante. Espero voltar a ir lá.
Carlos Pinto

Eu adorei a visita de estudo ao Museu Romântico. Fiquei muito impressionado com certos objetos do dia-a-dia, como a bisbilhoteira, o pormenor dos quadros feitos com escamas de peixe e muito mais.
Nunca imaginei que o dia-a-dia de um burguês fosse tão chique.
José Lopes

Na minha opinião adorei a visita. Aprendi muitas coisas sobre o século XIX que me fascinaram.
O que mais gostei foram as primeiras salas que tinham pinturas que achei espetaculares.
Foi assim, adorei a visita e gostava de refazê-la.
Diogo Neto

Eu achei a visita de estudo muito interessante. Gostei muito de ver uma casa de há muito tempo, onde o rei D. Carlos da Sabóia esteve alojado.
Achei também muito interessante a cadeira para contar segredos e os animais.
Catarina Quintas

Quando fui ao Museu Romântico no Porto gostei mais dos jardins, porque estavam bem decorados e bonitos. Tinham uma vista para o Porto. Na altura disfrutei dos seus enormes e belos jardins.
Filipe Casanova

Na minha opinião acho que a visita de estudo ao Museu Romântico foi fantástica porque aprendi como pessoas, no século XIX, viviam, como eram as suas roupas e a mobília. A parte que eu mais gostei foi a Sala do Baile pois o espaço era muito bonito e tinha música de piano (o meu tipo de música preferido) e eu ainda imagino como seria um baile naquele tempo. Deveria ser divertido!!!
E esta é a minha opinião sobre a minha visita de estudo.
Gonçalo Sousa

A viagem de estudo realizada pelos sextos anos foi uma visita diferente do habitual. Visitámos uma casa do século XIX. Tudo era diferentes da atualidade. As diferenças eram imensas. A forma como tudo era feito. Havia três cadeiras numa só, chamava-se bisbilhoteira. Havia coisas e objetos diferentes dos de hoje. Era como realmente estar no século XIX.
Miguel Amaro

Na minha opinião a viagem foi muito divertida e levou-me a conhecer um pouco da vida do rei no distrito do Porto.
A divisão da casa que eu mais gostei foi a Sala das Senhoras.
Também me recordo dos pormenores do escritório do rei, com várias coleções de objetos da época.
Fiquei um pouco alarmada como quarto do rei, pois, como habitual, deveria ser um quarto mais requintado, mas pelo que vi era um quarto muito simples.
Gostei de todas as divisões e achei que a casa tinha uma paisagem cativante, agora que se situa no meio do Porto.
Gostava de voltar a visitar a casa.
Maria Miguel Pereira

Eu gostei muito da visita de estudo ao Museu Romântico do Porto porque é muito bonito e tem uma vista fantástica par ao Porto.
Achei piada à estrutura e à cor da casa. A saldas senhoras era muito chique e os jardins muito cuidados e bonitos. Impressionava a forma como a louça, os talheres de prata e as taças de cristal estavam expostos na mesa da sala de jantar.~
Achei o estojo de maquilhagem do homem muito engraçado com todas aquelas pinças, navalhas, espelhos e escovas par ao cabelo e bigode.
Filipe Esteves

Eu achei a visita de estudo ao Museu Romântico muito boa. Eu achei a sala do rei muito especial e a sala de jantar também. O rei morreu num quarto da casa, pois estava muito doente quando chegou ao Porto, de Itália.
Rui Zhu

A minha opinião sobre o Museu do Romântico é eu gostei muito da bisbilhoteira, porque as pessoas sentavam-se no banco a conversar umas com as outras, muito discretamente, para ninguém descobri do que estavam a falar.
Rodrigo Ramos

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Natal durante a I Guerra Mundial

No dia de Natal há 100 anos os soldados que se encontravam a combater nas trincheiras da Grande Guerra, guardarm as armas e encontraram-se na Terra de Ninguém (nome dado ao espaço que ficava entre as linhas de trincheiras) para conviverem e celebrarem o Natal. Este acontecimento foi descrito por soldados alemães e britânicos emcartas que estes enviaram às suas famílias
Tudo terá começado com os soldados alemães a cantar Silent Night e, depois, estendeu-se aos soldados britânicos que se encontravam a alguns metros. Entretanto, alguém se aventurou e subiu a trincheira, no que foi seguido por companheiros dos dois lados. Rapidamente se inícia um convívio que até incluiu um jogo de futebol e troca de presentes.

 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Justos entre as nações


O museu e memorial do Holocausto em Jerusalém, Yad Vashem, anunciou que vai nomear o padre Joaquim Carreira para a sua lista dos “justos entre as nações”, que designa pessoas não judaicas que tenham contribuído para salvar judeus durante a perseguição nazi.
Durante a ocupação de Roma pelos nazis o padre Joaquim Carreira escondeu várias pessoas no edifício do colégio português. Entre os fugitivos encontravam-se pessoas procuradas pelo regime nazi da Alemanha e fascista de Itália, mas também pelo menos três judeus que assim conseguiram evitar serem deportados para campos de concentração. O padre Carreira escreveu no relatório de atividade do colégio: “Concedi asilo e hospitalidade no colégio a pessoas que eram perseguidas na base de leis injustas e desumanas”.


 Padre Joaquim Carreira

Sala do Museu Yad Vashem (Museu do Holocausto em Jerusalém)

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

A Industrialização

A Revolução industrial do ponto de vista de alunos do 6.º ano.

Do meu ponto de vista, eu considero a revolução industrial negativa, pois, para além de retirar muito trabalho aos artesãos, poluiu muito a atmosfera e a camada de ozono causando doenças respiratórias aos cidadãos, transformando as suas  vidas  num inferno fazendo-as trabalhar de "sol a sol" sem obterem um bom salário, o que não se justifica para se conseguir uma maior  produção.

Carlos Pinto


Eu não concordo com a produção industrial porque provocou grandes doenças respiratórias, polui muito a cidade, também provocou muitas mortes e os salários dos operário ficaram mais baixos. 
 

Rita Pires 


Na minha opinião a produção industrial sempre foi boa e lucrativa para o país. Depois da sua revolução a máquina a vapor de James Watt facilitou a vida aos trabalhadores. Assim com esta nova técnica, passou-se a produzir em maior quantidade, tinha-se preços menores, era mais rápido, havia mais lucro e quantidade. Porém, com as novas fábricas a cidade ficou poluída e muita gente ficou com doenças respiratórias. Além disso, piorou as condições de vida aos operários que recebiam cada vez menos, contudo, esta mudança ajudou muito, mas, também prejudicou o país e as pessoas. Portanto, no meu ponto de vista esta situação tem prós e contras.

Catarina Isabel Poinhas da Silva

Os Loucos anos 20

Estes são alguns dos trabalhos dos alunos do nono ano relacionados com os conteúdos dos "Loucos anos 20", década do século XX em que se assiste a uma mudança nos comportamentos sociais, principalmente das mulheres, e a uma procura desenfreada pelo prazer e divertimento.