terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Letras com História "Auschwitz, um dia de cada vez"



O novo livro de Esther Mucznik "Auschwitz, um dia de cada vez", ensina a imensidão do mundo de Auschwitz. Uma história a não perder.

 «Um companheiro de Auschwitz pergunta a Primo Levi por que motivo já não se preocupa com a higiene. Ele responde simplesmente: “Para quê, se daqui a meia hora estarei de novo a trabalhar com sacos de carvão?” É desse companheiro que recebe a primeira e talvez principal lição de sobrevivência: “Lavarmo-nos é reagir, é não deixar que nos reduzam a animais; é lutar para viver, para poder contar, para testemunhar; é manter a última faculdade do ser humano: a faculdade de negar o nosso consentimento”.»  
A capacidade de sobrevivência do ser humano é notável e, por mais terrível que fosse a existência em Auschwitz, todos os dias se lutava para sobreviver apesar de a morte estar ao virar de cada esquina. O campo de concentração de Auschwitz é sinónimo do mal absoluto preconizado pelo nazismo. Foi ali que judeus e ciganos serviram de cobaias às diabólicas experiências médicas, que acima de um milhão de seres humanos foram gaseados e que mais de 200 mil homens, mulheres e crianças morreram de fome, frio e doença, de exaustão e brutalidade, ou simplesmente de solidão e desesperança.  
No entanto, muitos presos resistiam à total desumanização esforçando-se por manter alguma dignidade. Cuidar da higiene, ler, escrever, desenhar, ajudar alguém a sobreviver ou até a morrer eram atos que atribuíam condição humana a quem parecia ter desistido de viver. Esther Mucznik, autora dos livros "Grácia Nasi" e "Portugueses no Holocausto", dá-nos a conhecer o dia-a-dia de Auschwitz através das vozes daqueles que ali acabaram por perecer e dos seus carrascos, do insuportável silêncio das crianças massacradas, das mulheres e homens violentados em bárbaras experiências médicas, mas também através dos relatos daqueles que sobreviveram para contar e manter viva a memória do horror da máquina de morte nazi. Para que ninguém possa alguma vez esquecer.

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto II

Os alunos do 9.º ano do Colégio de Amorim associaram-se à comemoração da memória das vítimas do Holocausto, realizando trabalhos sobre este terrível acontecimento. Aqui estão dois vídeos feitos por duas alunas do 9.º A.

video
video

Dia Internacional em Memória das vítimas do Holocausto I



A 27 de janeiro de 1945, um sábado, cerca das 9 horas, o primeiro soldado soviético de uma unidade de reconhecimento entrou na enfermaria dos prisioneiros de Monowitz (parte do complexo conhecido por Auschwitz). Os restantes soldados chegaram meia hora depois. No mesmo dia chegou um médico do exército e começou a organizar a assistência aos sobreviventes.

Nessa mesma tarde soldados do Exército Vermelho entraram no campo principal de Auschwitz e em Birkenau. Perto do campo principal encontraram resistência por parte de unidades alemãs que estavam a retirar. 231 soldados do Exército Vermelho morreram a combater pela libertação de Auschwitz, Birkenau e Monowitz. Dois deles morreram em frente dos portões do campo principal de Auschwitz. Um deles foi o tenente Gilmudin Baryjewicz Baszirow.

As primeiras tropas soviéticas chegaram a Birkenau e Auschwitz cerca das 15.00 horas e foram recebidos em alegria pelos prisioneiros libertados. Depois de removerem as minas da área envolvente, os soldados marcharam para dentro do campo e libertaram os prisioneiros ainda vivos. Encontraram 48 corpos, no campo principal e 600 em Birkenau, de prisioneiros assassinados ou que morreram nos últimos dias do campo.

Quando o Exército Vermelho chegou o campo tinha cerca de 7000 prisioneiros, exaustos e doentes.
 
Para mais informações e uma visita virtual podes consultar este endereço: http://auschwitz.org/en/

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Visita de Estudo ao Museu Romântico

No passado dia 13 de janeiro os alunos do sexto ano, Colégio de Amorim, foram até à Quinta da Macieirinha, no Porto, visitar o Museu do Romântico. Esta antiga quinta dos arredores do Porto, mas qua agora fica  numa zona central da cidade, é representativa de uma casa do século XIX, mas também é um testemunho da passagem do rei Carlos Alberto da Sabóia, de Itália, pela cidade onde veio a morrer, durante o seu exílio em Portugal.
Aqui seguem algumas opiniões dos alunos que foram à visita.


Adorei a bisbilhoteira, a sala dos homens e o Kit de viagem dos senhores. Era muito chique. Adorei!
António Esteves

Na minha opinião a visita de estudo foi interessante, mas aquilo que eu mais gostei foi da mala que os homens levavam para as viagens.
Francisco Pimenta

Eu adorei a visita. Aquilo que mais gostei foi a sala de bilhar no rés-do-chão. Gostei, também, da bisbilhoteira na sala das senhoras e da gaiola dos pássaros.
Vasco Castro

Gostei muito da visita de estudo e das coisas que aprendi. A coisa que eu mais gostei foi da bisbilhoteira, na sala das senhoras. Também gostei muito do Salão de Baile e os três pianos eram muito bonitos.
Os jardins eram muito agradáveis.
Beatriz Silva

Eu gostei da visita porque ficamos a conhecer melhor o Porto e também vimos muitas coisas antigas. A parte que eu gostei mais foi a Sala das Senhoras e o objeto que eu gostei mais foi aquela cadeira que se chamava bisbilhoteira.
Rita Pires

A parte que eu gostei mais foi do quarto das crianças pois reparei que é tudo diferente daquilo que é agora.
Por exemplo, os brinquedos são muito diferentes dos de agora.
Mas, também gostei da bisbilhoteira pois tem uma forma invulgar e dá para se ser discreto a contar segredos.
Na minha opinião é fantástico e podemos sempre aprender novas coisas!!!
Maria Laura Maia

Na minha opinião a minha visita de estudo ao Museu Romântico foi muito interessante e muito divertida. As partes que mais gostei foram o quadro do rei italiano, nas escadas e o Salão de Baile com um piano incrível. O objeto que mais gostei foi a bisbilhoteira no quarto das senhoras.
António Ferreira

O que mais gostei da visita de estudo foi a Sala do colecionador que tinha um violino, peças de marfim, de porcelana e grandes corais.
Também gostei das pinturas na sala de jogos dos homens, dos pianos e da grande pintura do rei Carlos Alberto da Sabóia.
António Salvador

Na minha opinião, a visita de estudo ao Museu Romântico foi muito interessante, eu adorei. O que gostei mais foi do quarto das crianças, era muito bonito, tinha umas bonecas engraçadas e berços de madeira. Outra coisa que eu gostei muito foi a Sala de Baile. Adorava ter uma.
Clara Pinto

Eu gostei muito da visita de estudo e de conhecer uma casa do século XIX que sempre quis ver. A minha parte favorita foi a cadeira bisbilhoteira, pois achei engraçado uma cadeira para três pessoas. Gostei de ver o quarto onde o rei D. Carlos Alberto morreu.
Pedro Marinho

No geral gostei muito da visita, mas o que mais gostei foi de ver o violino de “Stradivarius” que estava no escritório do colecionador. Também lá havia um armário com espadas e pistolas um pouco ferrugentas.
O que eu achei mais interessante foi o facto de comerem com até onze copos, sim é muito estranho. O maior para o vinho mais barato e o mais pequeno para o mais caro.
Foi muito divertido e interessante. Espero voltar a ir lá.
Carlos Pinto

Eu adorei a visita de estudo ao Museu Romântico. Fiquei muito impressionado com certos objetos do dia-a-dia, como a bisbilhoteira, o pormenor dos quadros feitos com escamas de peixe e muito mais.
Nunca imaginei que o dia-a-dia de um burguês fosse tão chique.
José Lopes

Na minha opinião adorei a visita. Aprendi muitas coisas sobre o século XIX que me fascinaram.
O que mais gostei foram as primeiras salas que tinham pinturas que achei espetaculares.
Foi assim, adorei a visita e gostava de refazê-la.
Diogo Neto

Eu achei a visita de estudo muito interessante. Gostei muito de ver uma casa de há muito tempo, onde o rei D. Carlos da Sabóia esteve alojado.
Achei também muito interessante a cadeira para contar segredos e os animais.
Catarina Quintas

Quando fui ao Museu Romântico no Porto gostei mais dos jardins, porque estavam bem decorados e bonitos. Tinham uma vista para o Porto. Na altura disfrutei dos seus enormes e belos jardins.
Filipe Casanova

Na minha opinião acho que a visita de estudo ao Museu Romântico foi fantástica porque aprendi como pessoas, no século XIX, viviam, como eram as suas roupas e a mobília. A parte que eu mais gostei foi a Sala do Baile pois o espaço era muito bonito e tinha música de piano (o meu tipo de música preferido) e eu ainda imagino como seria um baile naquele tempo. Deveria ser divertido!!!
E esta é a minha opinião sobre a minha visita de estudo.
Gonçalo Sousa

A viagem de estudo realizada pelos sextos anos foi uma visita diferente do habitual. Visitámos uma casa do século XIX. Tudo era diferentes da atualidade. As diferenças eram imensas. A forma como tudo era feito. Havia três cadeiras numa só, chamava-se bisbilhoteira. Havia coisas e objetos diferentes dos de hoje. Era como realmente estar no século XIX.
Miguel Amaro

Na minha opinião a viagem foi muito divertida e levou-me a conhecer um pouco da vida do rei no distrito do Porto.
A divisão da casa que eu mais gostei foi a Sala das Senhoras.
Também me recordo dos pormenores do escritório do rei, com várias coleções de objetos da época.
Fiquei um pouco alarmada como quarto do rei, pois, como habitual, deveria ser um quarto mais requintado, mas pelo que vi era um quarto muito simples.
Gostei de todas as divisões e achei que a casa tinha uma paisagem cativante, agora que se situa no meio do Porto.
Gostava de voltar a visitar a casa.
Maria Miguel Pereira

Eu gostei muito da visita de estudo ao Museu Romântico do Porto porque é muito bonito e tem uma vista fantástica par ao Porto.
Achei piada à estrutura e à cor da casa. A saldas senhoras era muito chique e os jardins muito cuidados e bonitos. Impressionava a forma como a louça, os talheres de prata e as taças de cristal estavam expostos na mesa da sala de jantar.~
Achei o estojo de maquilhagem do homem muito engraçado com todas aquelas pinças, navalhas, espelhos e escovas par ao cabelo e bigode.
Filipe Esteves

Eu achei a visita de estudo ao Museu Romântico muito boa. Eu achei a sala do rei muito especial e a sala de jantar também. O rei morreu num quarto da casa, pois estava muito doente quando chegou ao Porto, de Itália.
Rui Zhu

A minha opinião sobre o Museu do Romântico é eu gostei muito da bisbilhoteira, porque as pessoas sentavam-se no banco a conversar umas com as outras, muito discretamente, para ninguém descobri do que estavam a falar.
Rodrigo Ramos